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sexta-feira, janeiro 07, 2011

Jogos que eu terminei em 2010

2010 foi um ano que eu consegui jogar bastante. Eu comprei um PS3 no meio do ano e pude acompanhar alguns dos principais lançamentos pra plataforma, além de jogar no PC e no meu DS adquirido em janeiro. Segue então uma lista dos jogos que eu terminei no ano passado:


Mass Effect 1 e 2 (PC): A série Mass Effect consegue rivalizar fortemente com Star Wars como minha saga predileta de ficção científica. Tem uma história super bem construída, um universo complexo pra caramba e personagens tão carismáticos que muitos mereciam ter seus próprios jogos solo (Tali, Thane e Legion estão aí e não me deixam mentir). O segundo jogo ainda trás um (até onde eu sei) inédito sistema de importação de save onde as decisões tomadas no primeiro jogo têm reflexo na continuação, tornando a experiência de avançar pelos dois jogos uma coisa única. Que venha a conclusão da trilogia no fim do ano!


Heavy Rain (PS3): Eu resisti bastante à idéia de pegar Heavy Rain pra jogar, pois por algum motivo estranho achava que o jogo não ia me agradar nem um pouco. Quando eu peguei a demo, a adrenalina foi nas alturas numa cena de combate toda em quick time event e me convenci a comprar o jogo. Pra minha surpresa, a cena que me impressionou não era nada frente às outras situações apresentadas no jogo. Uma das cenas mais impressionantes pra mim é a que um dos personagens corta seu dedo (assista a partir dos seis minutos e diga se não é foda). Outro detalhe legal é a maneira com que a história é construída, através das escolhas cada jogador pode ir por um caminho diferente e não há nem mesmo o conceito de game over - se um personagem morrer a história continua e é possível chegar ao final até mesmo com todo mundo morto.


Red Dead Redemption (PS3): GTA no velho oeste é reduzir demais o conceito de Red Dead, mas não chega a ser uma descrição incrivelmente errada. O mais legal é que RDR chamou minha atenção pra duas coisas que nunca me interessaram muito - jogos de mundo aberto e histórias de faroeste. Mas é impossível não se impressionar com as paisagens do jogo (que trás um alcance de visão quase ilimitado) e não simpatizar com a jornada de John Marston pra reaver sua família.


Scott Pilgrim vs. the World: The Game (PS3): Um jogo baseado num filme baseado numa história em quadrinhos que é baseada em jogos e filmes. Precisa dizer mais alguma coisa? Scott Pilgrim é uma viagem, seja no jogo, no filme ou nos quadrinhos. No videogame (meu primeiro jogo comprado digitalmente na PSN), temos uma espécie de homenagem aos beat'em ups antigos (como Streets of Rage e Final Fight), com direito a gráficos altamente pixelados e músicas em chiptune. O jogo é divertido, mas enjoa rapidamente. Ainda assim recomendo que quem puder jogue ao menos uma vez.


Dante's Inferno (PS3): Esse eu comprei numa promoção do Play-Asia onde o jogo novo saiu por cerca de R$30 incluindo o frete. Independente da porcaria que pudesse ser, uma pechincha dessa não dá pra perder, né? Pra minha surpresa o jogo é muito bom. Lembra muito God of War, é claro, mas não vamos entrar nesse mérito. A história é baseada no livro "Inferno" d'A Divina Comédia de Dante Alighieri, mas ao invés de adaptar o conteúdo do livro, os desenvolvedores preferiram usar livremente este material e criar uma narrativa nova. Isso desagradou a muita gente que achou que a obra de Dante foi distorcida ou mal-interpretada. Pra mim a adaptação funcionou e conseguiram entregar um jogo decente, com bons momentos na história e uma boa jogabilidade. Algumas coisinhas incomodam nos controles, mas nada que atrapalhe demais.


Assassin's Creed 2 (PS3): Meu primeiro troféu de platina do PS3 veio com o Assassin's Creed 2. Eu sou um jogador meio preguiçoso, termino um jogo e raramente volto pra explorar seus extras. No caso do AC2, havia o incentivo de uma platina bastante tranquila após terminar o jogo com cerca de 90% dos troféus conquistados. Falando do jogo em si, conseguiram adicionar uma quantidade absurda de conteúdo. Apesar de muitas mecânicas serem parecidas, cada missão é diferente da outra (ao contrário do primeiro jogo, onde você tinha uma área aberta para cumprir um determinado número de missões à sua escolha até liberar uma situação para avançar no jogo e essas missões eram sempre as mesmas três ou quatro).


Uncharted 2 (PS3): Troquei o (péssimo) Demon's Souls por Uncharted 2 sem ter a menor espectativa pelo jogo. Nem a demo eu tinha jogado. Isso foi corrigido enquanto o jogo estava nos correios e então tive a certeza que a troca tinha sido bem feita. Uncharted não devem em nada aos grandes filmes de ação com caçadores de tesouros (como Indiana Jones). O roteiro é clichê, mas é super bem construído e sempre dá vontade de jogar mais um pouquinho pra ver o que vai acontecer no próximo capítulo.


Pokémon HeartGold (NDS): Eu não sou muito fã de remakes mas HeartGold é um remake tão bem feito que parece um jogo novo. Todas as inovações dos jogos de GBA e DS foram incluídas nessa nova versão, ao mesmo tempo em que a aventura principal se mantém muito próxima à versão original de dez anos atrás. Os gráficos estão lindos e andar pelo mundo capturando monstrinhos de bolso continua muito divertido. A única reclamação é a impossibilidade de batalhar com desconhecidos através da internet, já que é preciso cadastrar o friend code do adversário para fazer isso.


New Super Mario Bros. (NDS): Jogo do Mario em 2D pro DS. O "New" do título não engana, é Mario sim, mas é inovador pra caramba. O jogo é cheio de mecânicas novas que o diferencia bastante do Super Mario World, por exemplo.


Mario Kart DS (NDS): Em tempos de jogos de corrida com milhares de carros e opções, Mario Kart é divertido no ponto mais importante - as corridas. O jogo tem pistas novas e vários circuitos importados de jogos antigos. É mais um daqueles jogos pra se distrair por alguns minutos, mas que quando você percebe já perdeu um tempão jogando. O modo online também é muito legal, o único problema é encontrar jogadores disponíveis.


Fallout 3 (PC): Fallout 3 tem uma história muito fraca, basicamente você por um mundo pós-apocalíptico tentando encontrar seu pai. Por outro lado, a ambientação desse jogo é tão extraordinariamente foda que você é puxado pra Wasteland e não quer sair mais. A música é fantástica, os cenários destruídos são belissímos e a mecânica de shooter com RPG funciona perfeitamente. Pra fechar, que outro jogo deixa você explodir uma bomba nuclear em uma cidade? E que outro jogo faz você lidar com as consequencias de ter escolhido explodir essa bomba?


Braid (PC): Um jogo independente fantástico em vários sentidos: a música é ótima, os gráficos lindos, a mecânica de manipulação do tempo não só é muito boa como também é muito bem aplicada nas fases do jogo. E acima de tudo ainda há uma historinha cheia de camadas e aberta a várias interpretações. Mas tudo isso não é nada comparado à loucura que é a última fase do jogo, simplesmente de explodir cabeças (assista se você não pretende jogar, caso contrário fique longe pra não pegar spoilers).


Mafia 2 (PS3): Esse na verdade é uma trapaça na lista, já que eu terminei no último domingo, dia 3. Mafia 2 é um jogo de mundo aberto que se passa nas décadas de 40 e 50. A história é super envolvente e surpreende bastante, se passando não só na cidade de Empire Bay, mas também tem uma parte na Itália durante a segunda guerra mundial e um capítulo na cadeia. Há muitos momentos engraçados também, principalmente quando os personagens estão bêbados!

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Meme: Eu quero jogar em 2010

Já faz um tempo que o Bruno Croci me chamou para este meme sobre os jogos que eu quero jogar em 2010. Como eu ando meio cheio de coisas pra fazer acabei demorando um pouco demais, mas o que vale é a intenção, então aí vai.

Primeiro uma nota: eu não sou muito ligado a hypes e a última vez que fiquei realmente na expectativa por um jogo foi há uns dez anos, no lançamento do Pokémon Gold - que eu consegui comprar uns 15 dias após o lançamento mundial.

De lá pra cá eu não me lembro de ter ficado esperando algum lançamento e tal. É claro que eu queria jogar o novo Modern Warfare, por exemplo, mas não é nada do tipo "eu preciso jogar, tem que sair logo". Em geral, pra mim fica no tanto fez tanto faz, se um grande jogo que promete ser bacana acabar cancelado não me faria falta.

Tendo isto dito, digo que é difícil formular uma lista para 2010. Provavelmente vou jogar coisas mais ocasionalmente, conforme a oportunidade for surgindo. Pode ser que bata uma vontade de repente de jogar um jogo de corrida ou espionagem, meu gosto varia bastante.

Ainda assim, posso listar alguns: O Max Payne 3 é um que eu gostaria muito de colocar as mãos, mas parece que foi adiado - não sei se ainda sai esse ano e nem se terá versão pra PC. Também queria reatar meu jogo no Dragon Age: Orgins que está lá paradão. E ontem eu comprei Psychonauts no Steam pela pechincha de $2, então este é um que eu certamente vou jogar.

Na semana passada eu também comprei um Nintendo DS e tem muita coisa que eu quero jogar no portátil. Vou ver se finalmente consigo levar Chrono Trigger até o final e também jogar os RPGs do Mario & Luigi, que dizem ser muito bons. Um outro que tem uma arte muito legal e parece muito interessante é Hotel Dusk, que ilustra este post (o único porém é ter que jogar com o DS em pé, algo meio tosco).

Pra fechar, assim como o Bruno tenho interesse em jogar os jogos do Zeebo. Não tenho interesse real em comprar o aparelho, mas gostaria de ver como são os jogos de perto. Mas isso é algo difícil de acontecer porque é bem improvável a compra de um Zeebo por um amigo meu.

Assim como da última vez, o meme está aberto para quem quiser participar. Até a próxima.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

XNA Freeway - Remake

Quem acompanha o blog já deve ter percebido que eu gosto de fazer remakes. Que eu me lembre, já foi o Frogger, Pong, Breakout, Space Invaders (mais de um, na verdade), Pacman e Glug Glug. O motivo é bem simples: os remakes me permitem focar o estudo em uma linguagem, ferramenta ou técnica sem ter que passar por toda a parte de planejamento e game design. Como o meu foco sempre foi muito mais no desenvolvimento do que na criação, essa é uma boa maneira de aprender.

[Ainda assim a área de criação me atrai, com o tempo eu gostaria de criar mais jogos originais (como é o caso do Gosmotrix, feito em parceria com amigos da faculdade, e do Paraquedismo).]

Nos últimos dias eu criei um remake do jogo Freeway, do Atari, utilizando o XNA. A idéia foi recriar o jogo original e fazer somente algumas modificações menores que eu achei necessárias (como o menu na parte de baixo da tela para configuração do jogo). Se bem me lembro, comecei o projeto no último sábado e na terça-feira ele já estava praticamente concluído. De lá pra cá fiz apenas correções de uns bugs e a documentação do código.


Bem, para o desenvolvimento eu usei como base o original (jogado no emulador Stella), e o manual e o FAQ do jogo, que me ajudaram bastante a entender alguns de seus detalhes (especialmente o FAQ, que detalha a velocidade dos veículos, seu espaçamento, direção...).

Foram feitas somente as quatro primeiras fases. Segundo o FAQ, as fases seguintes são repetições das primeiras, apenas com diferença na velocidade dos veículos, portanto eu não cheguei a desenvolver esta parte.

Neste projeto deu pra brincar com algumas coisas legais do XNA, como o uso de GamePads, a utilização de GameComponentCollection e seus eventos, e alguns detalhes legais sobre como tirar screenshots usando Threads e o método EndDraw, baseado no código de Nick Gravelyn. Por isso só já vale a pena ter perdido umas horinhas no seu desenvolvimento.

Pra quem tiver interesse, eu estou disponibilizando juntamente com o jogo seu código-fonte completo. As instruções de como jogar estão em um arquivo de texto dentro do zip. O download pode ser feito aqui e comentários são sempre bem-vindos.

Por fim, uma questão filosófica: Por que mesmo a galinha atravessou a rua?! Talvez pra ganhar uns pontos...

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Glug Glug - Remake

Em agosto deste ano eu fiz um remake do jogo Glug Glug (um jogo originalmente lançado na década de 80 para o ZX Spectrum) utilizando o XNA Game Studio. Para quem não conhece, no jogo você controla um mergulhador que deve ir até o fundo do mar resgatar alguns baús com tesouros e trazê-los de volta ao navio. Isto, é claro, evitando ser atacado por piranhas, tubarões e outras criaturas marinhas.

Menu principal do jogo. Clique para ampliar.
O jogo é bastante simples, mas tem uns conceitos legais (como o tubo de oxigênio ser cortado caso seja atingido por um tubarão). Ao invés de repetir as fases originais, eu criei uma forma das fases serem geradas aleatoriamente, onde cada tipo de inimigo tem uma chance diferente de aparecer. Nas últimas fases a porcentagem dos tubarões, por exemplo, é bem maior que nas primeiras. Ao todo foram criadas sete fases, mas é bem fácil adicionar novos níveis.

Eu me preocupei em fazer um jogo simples e rápido. A implementação de todo o jogo levou cerca de duas semanas, em seções esporádicas de programação, já que eu estava a todo vapor com o mestrado e o projeto da Direção Defensiva na época. Por isso mesmo, fora da tela de jogo a interface é bem pobre, ao invés de botões pressionáveis com o mouse, o usuário apenas tem que apertar os números correspondentes às opções. Não há grandes configurações possíveis, apenas se o jogo deve rodar em modo janela ou tela cheia.

Tela de jogo. Clique para ampliar.
Os gráficos foram todos reaproveitados do jogo original, tirados deste link, mas eles foram redimensionados (no Paint mesmo) para permitir trabalhar com uma resolução mais alta. É claro que são gráficos bem pobres, mas eu acho que esses jogos antigos pixelados têm seu charme. Segue um vídeo do jogo, feito durante seu desenvolvimento.



Ficaram faltando alguns detalhes, especialmente uma música e outros efeitos sonoros (atualmente só o tiro faz algum barulho). Também seria interessante colocar algum tipo de ranking, mas eu não cheguei a mexer nessa parte.

O download, para quem se interessar, pode ser feito aqui. O arquivo inclui o executável do jogo e seu código-fonte completo. Qualquer observação que queiram fazer sobre o jogo, sintam-se à vontade.

Importante: para jogar, é preciso ter ao menos o XNA 3.1 Redistributable instalado. Quem não tiver, pode fazer o download aqui.

terça-feira, dezembro 29, 2009

Meme: Os melhores de 2009

Eu fui convidado pelo Bruno Croci para participar deste meme (iniciado pelo Tiago Frossard) sobre os melhores jogos que joguei esse ano. Como no meio do ano eu comprei um PC novo, com uma placa de vídeo decente, pude curtir alguns bons jogos nesse segundo semestre. Também joguei algumas coisas legais no PS2. Vamos à lista:

Mirror's Edge
A jogabilidade do Mirror's Edge realmente é muito inovadora e chega a dar um frio na barriga ao pular entre os prédios e andar em lugares muito altos - melhor nem olhar pra baixo. Os gráficos são muito bonitos e a direção de arte dá um show. Sem falar em "Still Alive", a música do final do jogo que ficou grudada na minha cabeça por mais de mês.

Fallout 3
Infelizmente fui apresentado à série Fallout muito tarde. Eu simplesmente não consigo jogar os jogos antigos, acho limitados demais. Mas o terceiro episódio é fantástico, a ambientação é perfeita (vide as músicas de época, os cartazes instrutivos...) e as possibilidades, os caminhos são os mais diversos. Você pode resolver as missões de várias maneiras (explodir Megaton ou não? Eis a questão!) e tem quests enormes que podem ou não ser feitas. Alto fator replay.

Fallout 3
Mass Effect
Esse eu terminei ontem à tarde, numa maratona desde a última quinta-feira quando ele chegou aqui em casa (o que pra mim é um tempo bem curto pra terminar um jogo, ainda mais um RPG, já que não costumo ter paciência para jogar muito tempo direto). Inicialmente lembra um pouco Star Wars, por causa dos Aliens, das viagens espaciais e tal, mas a falta do sabre de luz e da Força fazem muita diferença. O suficiente pro jogo ter uma cara própria. É um shooter misturado com RPG, mas diferente do Fallout, aqui os combates são bem mais intensos. Que venha o 2.

Call of Duty: Modern Warfare 2
Esse é chover no molhado, mas eu não podia deixar de citar. O primeiro jogo já era demais e as coisas só melhoraram nesse segundo capítulo. Ação cinematográfica do começo ao fim, uma verdadeira mega produção.

Ico
Um dos melhores jogos que joguei no PS2. Ico é legal por ser simples, nada de campanha épica, nada de salvar o mundo. Você é um garotinho com chifres tentando escapar do castelo enquanto protege a mocinha que você conhece no começo. Algumas surpresas e outras decepções no seu caminho dão ao jogo um gosto especial. Podia ter uma continuação... (se bem que The Last Guardian vai ser quase isso).

Bem, eu joguei muitas outras coisas esse ano, alguns jogos eu joguei bastante e outros só um pouquinho, mas esses são os que vieram à cabeça agora pra recomendar. Detalhe: resolvi listar somente jogos que eu terminei esse ano, ou seja, deixei de fora bons jogos que por um motivo ou outro eu não cheguei até o fim.

Como já está tarde e eu estou com preguiça de verificar pra ver que já foi convidado, deixo o convite aberto a quem quiser participar do meme. Postem seus melhores jogos ai!

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Jogo - Direção Defensiva

Este ano, ao entrar no mestrado, eu comecei a trabalhar em meu primeiro jogo profissionalmente. Em uma parceria entre a T&T (uma empresa de treinamento em jogos no Rio de Janeiro) e a UFF, nós tivemos financiamento da FAPERJ para a construção de um jogo sobre educação no trânsito, chamado provisoriamente de Direção Defensiva.

O projeto é pequeno, contando com uma equipe de menos de dez pessoas, sendo apenas eu e mais um aluno do mestrado como programadores. Ainda assim, é um projeto importante, não só por seu objetivo (educar motoristas), mas também por ser um jogo financiado por um órgão de fomento, algo não tão comum, infelizmente.

Para o desenvolvimento nós utilizamos o Unity e ficou sob nossa responsabilidade a elaboração de componentes que definem as funcionalidades do jogo, como o controle do carro, verificação se ultrapassou o sinal vermelho e etc. Este paradigma de programação orientada a componentes foi novidade pra mim, mas acho muito interessante. Tudo o que desenvolvemos é reutilizável, tanto em uma eventual continuação do jogo quanto em outros jogos de carro. Este processo foi muito facilitado pelo próprio Unity, que oferece uma maneira bem simples de se trabalhar com componentes.

A idéia central é apresentar uma cidade ao jogador onde ele deve realizar entregas dentro de um determinado limite de tempo. Ao contrário de jogos que seguem esta linha, como Crazy Taxi, aqui o jogador deve seguir as leis de trânsito, andando sempre na mão correta, não ultrapassando sinais vermelhos, respeitando os limites de velocidade, entre outras. O objetivo é oferecer diversão, mas ao mesmo tempo mostrar estas regras que não podem ser desrespeitadas.

É interessante notar como o jogador pode ficar tentando em alguns casos. Às vezes acontece da bússula apontar que o ponto de entrega está logo à sua frente, mas a rua é contra-mão, então o jogador tem que dar a volta por todo quarteirão para entrar no sentido correto. É algo similar ao que ocorre na vida real, embora de vez em quando a gente veja um espertinho entrando na contra-mão em uma rua menos movimentada para cortar caminho.

A medida que o jogo progride, a dificuldade aumenta. O cansaço faz com que o motorista tenha que parar em bares ou padarias para repor as energias e nessas paradas ele pode ser tentado a beber, o que o fará dirigir sob influência do alcóol (com um efeito bem legal de direção bêbada).

Este projeto já apareceu bastante na mídia, incluíndo esta reportagem no Jornal do Brasil: Game da UFF ensina direção defensiva. E este vídeo no G1:


O jogo ainda não tem data de lançamento definida, mas deve sair em algum momento de 2010. A distribuição, através de parceiros, deve ser feita gratuitamente.

Obs.: as imagens do jogo mostradas no vídeo ainda não representam sua versão final. Algumas alterações ainda devem ser feitas.

terça-feira, agosto 04, 2009

Iluminação

Bem, o jogo que eu comentei no post anterior continua sem nome. Mas isso não importa por enquanto. Tenho novidades.

Eu integrei a demonstração anterior ao protótipo do jogo e a iluminação já funciona sobre o personagem e o cenário. É claro que estes componentes são só pra testes, mas dá pra ver que a luz funciona.

Pra fazer esse efeito, eu desenho toda a cena em um RenderTarget do XNA (uma espécie de backbuffer) sem o shader e depois aplico o shader diretamente na textura que será jogada na tela. Dessa forma o pixel shader só é processado sobre uma textura, eliminando o processamento desnecessário que ocorreria se uma imagem fica na frente da outra, por exemplo.

A idéia é que a luz siga o personagem, como se estivesse presa a um capacete. Nos vídeos aparece uma lâmpada só pra ter uma idéia de onde está a fonte de luz.

Abaixo a mesma cena com e sem o shader de iluminação.



sexta-feira, julho 31, 2009

Meu novo projeto

Nesses últimos dias eu estive bastante ocupando terminando o último trabalho do mestrado pra esse semestre. Tratava-se sobre um estudo sobre bump mapping em GPU.

Pra implementar o trabalho eu tive que aprender programação de shaders, algo que até então eu nunca tinha feito. Posso dizer que valeu a pena escolher esse tema, porque deu pra aprender uma tecnologia nova que eu pretendo usar no meu próximo jogo.

O trabalho em si eu vou publicar aqui assim que o professor liberar a correção e a nota final. Daí publico aqui o artigo e a demonstração que eu fiz com meu grupo.

Enquanto isso, quero falar do meu novo projeto. É um jogo que eu estou criando e pretendo mandar pro Festival de Jogos Independentes do SBGames, se der tempo. Ainda falta muita coisa a se definir, mas ele fará um bom uso da iluminação.

Abaixo um vídeo de um shader que eu implementei (em HLSL + XNA) pra iluminar um cenário em duas dimensões. A idéia é atenuar a iluminação à medida que o objeto se afasta da fonte de luz. No vídeo o raio de iluminação aumenta e diminui conforme o alcance da luz é modificado via teclado.



Vou tentar fazer um diário de desenvolvimento desse jogo. Vamos ver se dá certo. Mais detalhes em breve.

domingo, janeiro 18, 2009

Evento de jogos no UNIFESO


Em março irá acontecer o II WIA (II Workshop de Informática Aplicada e Desenvolvimento de Jogos para Computadores e Dispositivos Móveis) na minha, agora ex, faculdade, o UNIFESO (com apoio da SBC).

O evento terá palestras sobre desenvolvimento de jogos, com professores convidados, além da apresentação de trabalhos de alunos, ex-alunos e profissionais da área. Todos estão convidados a participar.

A submissão dos trabalhos irá até o próximo dia 30, e pode ser efetuada diretamente no site do evento. Os modelos do artigo e da apresentação já podem ser baixados.

Paralelamente, também ocorrerá o I COMSAU (Workshop de Computação e Saúde da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro), com as mesmas datas e arquivos para apresentação.

Os tópicos de interesse dos dois Workshops, são os seguintes:


  • Computação Gráfica


  • Desenvolvimento de Conteúdo para TV Digital


  • Desenvolvimento de Jogos Eletrônicos


  • Desenvolvimento de Hardware


  • Dispositivos Móveis


  • Engenharia de Software


  • Informática Aplicada à Educação


  • Informática Aplicada à Saúde


  • Inteligência Computacional e Artificial


  • Métodos Numéricos em Finanças


  • Métodos Numéricos para Engenharia


  • Mineração de Dados


  • Nanotecnologia Aplicada


  • Neurociências


  • Processamento de Imagens Digitais


  • Processamento de Sinais


  • Programação Paralela


  • Sistemas de Computação


  • Sistemas de Apoio à Decisão


  • Sistemas de Informações Geográficas


  • Sistemas Especialistas


  • Tecnologia da Informação


  • A programação preliminar pode ser vista em http://www.feso.br/comsau/programacao.html. Por hora, as seguintes palestras estão programadas:

    Palestra 1: Computação e Neurociências.
    Palestrante: Prof. D.Sc. Rodrigo Siqueira Batista (UNIFESO)

    Palestra 2: Tomografia Computadorizada - Aspectos Matemáticos.
    Palestrante: Prof. M.Sc. José Américo Rodrigues Araújo Filho (UEZO e FEUDUC)

    Palestra 3: Nanotecnologia Computacional Aplicada à Área Biológica.
    Palestrante: M.Sc. Omar Paranaíba Vilela Neto (ICA / PUC-Rio)

    Palestra 4: Desenvolvimento de Jogos 3D.
    Palestrante: Prof. D.Sc. Esteban Walter Gonzalez Clua (UFF)

    Palestra 5: Computação e Saúde.
    Palestrante: Prof. D.Sc. Heleno Pinto de Moraes (UNIFESO)

    Seguem uns cartazes com mais detalhes sobre (clique para ampliar):





    Eu devo participar com uma apresentação resumida do meu TCC. Fica o convite pra quem puder (e quiser) participar, seja com um trabalho inscrito ou somente para ver as apresentações.

    Mais detalhes: http://www.feso.br/comsau/.

    domingo, novembro 02, 2008

    Making of do Max Payne


    Não, não é o making of do filme que está sendo feito sobre o jogo. Trata-se de um artigo sobre os dois primeiros (e até então únicos) jogos da série. É bem interessante, vale o clique:

    The Making of Max Payne

    Até a próxima!

    sábado, julho 19, 2008

    Trailer: Max Payne - O Filme



    Gostei do trailer, os cenários e a ação estão bem fiéis ao jogo. Será que vai prestar?

    sábado, julho 12, 2008

    O que você está jogando atualmente?

    O Rodrigo perguntou e eu tomei a liberdade de responder aqui. Bem, eu jogo vários jogos ao mesmo tempo, sem realmente de dedicar a um específico, mas vou citar os principais:

  • Fifa 08: é o que mais jogo, me amarro no modo "Manager" onde você atual como um técnico por várias temporadas. Atualmente estou na 3° temporada com o time do Milan e já fui bi-campeão italiano e campeão da Liga dos Campeões.
  • The Elder Scrolls IV - Oblivion: RPG bem bacana, ainda estou bem no começo (mais ou menos umas três horas de jogo.
  • Neverwinter Nigths 2: Outro RPG fodástico. Também estou bem no começo.
  • Splinter Cell: esse eu estou bem longe, numa parte onde tenho que resgatar uns caras que o vilão do jogo queria eliminar ao vivo pela internet.
  • The Matrix - Path of Neo: eu tenho esse jogo há muito tempo, mas nunca tinha jogado pra valer. Agora eu estou na primeira missão dentro da Matrix mesmo (antes disso era tudo parte do treinamento).
  • Fable - The Lost Chapters: estou numa missão chatissíma onde eu tenho que salvar uns mercadores que insistem em morrer.
  • Xpand Rally Xtreme: um rally básico pra relaxar.
  • Halo 2: esse eu começei hoje e me surpreendi. Gostei bastante do estilo do jogo que, apesar de não diferir muito de outros FPS, é bem interessante e ainda traz umas cutcenes muito bem feitas.

  • The Elder Scrolls IV - Oblivion
    É isso. E você, o que está jogando atualmente?

    sábado, abril 12, 2008

    Aquisições de Ontem

    Um dia desses eu vi o Rodrigo comentando que tinha saído uma Fullgames do Splinter Cell e eu sempre tive vontade de jogar esse jogo (tanto que uma vez enchi o David pra baixar pra mim, mas o jogo veio em alemão :[), então resolvi fazer uma visitinha a uma banca pra comprar a revista.

    A idéia era comprar só o Splinter Cell (R$15,90), mas eu resolvi me dar um presentinho extra e levei também o Elder Scrolls III: Morrowind (mesmo preço). O resultado pode ser visto abaixo.


    Sobre os jogos, o que eu mais joguei até agora foi o Splinter Cell. Apesar de curioso sobre o jogo, eu achava que não ia ter muita paciência para esse estilo de espionagem, principalmente na questão de ter que ficar escondendo os corpos e tal (eu adorei Metal Gear Solid, mas a furtividade dele é bem diferente), mas na verdade até que o jogo flui bem.

    O jogo tem gráficos muito bonitos, com destaque muito especial para as luzes e sombras, mas ele agarrou pra caramba com a configuração no máximo. Está ai minha única grande queixa até agora, afinal meu computador passa e muito da configuração recomendada.

    Um outro ponto negativo, que quebra um pouco o clima mas não é muito grave, são aqueles aparelhos fluorescentes que o Sam Fisher carrega (a máscara e um troço que parece um rádio, nas costas). É tosco, porque você se oculta no escuro mas esses aparelhos não se apagam, entregando facilmente sua posição. Mas isso não parece ter efeito no jogo, já que se você tiver nas sombras os inimigos não te acham, independente dessas luzes. Veja a imagem abaixo e tire suas conclusões se é ou não é estranho (para os inimigos, neste ponto eu estou totalmente oculto).


    Falando um pouco sobre o Elder Scrolls... bem, não há muito o que falar. Eu joguei só uns minutinhos pra ver como é o jogo, mas nesses poucos minutos já deu pra achar um bug horrível: o personagem principal ficou agarrado numa cerca (não, não é uma feature do jogo) e foi um sacrifício tirá-lo de lá. Tirando isso, o jogo parece ser interessante, o cenário é bonito (para os padrões de alguns anos atrás, claro) e bastante amplo. A interação com os objetos também é bem bacana, dá pra pegar grande parte das coisas que você vê pela frente.

    Talvez um outro fator contra seja a falta de diálogos dublados. Depois de jogar Neverwinter Nights (que tem boa parte dos diálogos dublados) e Star Wars Knights of the Old Republic (que tem TODOS os diálogos dublados), fica meio chato ter que ficar lendo uma tonelada de texto durante as conversas.

    Pra finalizar, eu recomendo os dois jogos, podem comprar que vale a pena. Não se deixem levar pelos defeitos que eu apontei porque eu sou meio chato mesmo e estes detalhes não chegam a estragar o jogo.

    Não vou prometer, mas se possível eu falo com mais detalhes sobre os jogos conforme eu for jogando. Até a próxima.

    domingo, abril 06, 2008

    Nevewinter Nights - Hordes of the Underdark

    Acabei de zerar a expansão Hordes of the Underdark do Nevewinter Nights, muito bom! Esse jogo é demais e a expansão não tem nem comentários. Pra se ter uma idéia, a parte final do jogo se passa no inferno e não é um inferno comum, mas um inferno congelado!

    Tirei um screenshot pra mostrar o mestre final (ô carinha difícil de matar):

    Pra que entende de D&D, abaixo segue minha ficha de personagem. Isso sim que é apelação de nível épico! Detalhe pros quase 400 pontos de vida e a CA 49!

    Enfim, Neverwinter Nights é um jogo bom demais, se tiver a oportunidade não deixe de jogar.

    sábado, janeiro 05, 2008

    Livro - Video Game Arte

    Hoje fui numa loja de jogos e tive uma grata surpresa ao encontrar (na verdade minha namorada encontrou, então fica aqui o agradecimento :)) um livreto de distribuição gratuita chamado Video Game Arte - Pacote de Expansão. E é claro que tratei de pegar o meu.

    O livreto é um material promocional do livro Video Game Arte, de Arthur Bobany, e traz pitadas do que será encontrado no livro completo. São dois capítulos (que eu acredito não estarem na íntegra), "A Arte nos Games" e "Crítica de Games", mais um bônus que fala sobre as etapas de desenvolvimento de um jogo.

    O livro em si (192 páginas, R$32,00), discute a relação entre os jogos e a arte e a cultura (é, eu sei... pelo nome nem dava pra perceber né!). O interessante é que ele foi escrito com a colaboração de gente que entende do assunto (como o Professor Esteban Walter Gonzalez Clua, que deu uma palestra lá onde eu estudo em 2006 e acreditem, o cara é fera) e o material parece ser de alta qualidade.

    Pelo que deu pra ver no livreto o texto flui muito bem e é complementado por muitas imagens e caixas de texto laterais que justificam a presença dessas imagens, mostrando que elas foram escolhidas por sua relevãncia no mundo dos jogos, e não porque eram "bonitinhas".

    Uma coisa que me agradou muito foi a brincadeira que fizeram com termos e ícones comuns aos jogos no livro. Por exemplo, o livreto traz as palavras "Pacote de Expansão", uma referência óbvia aos pacotes de expansão dos jogos de PC. Outro exemplo interessante é que, na contra-capa, vários selos imitam avisos de classificação etária e tipo de conteúdo, algo que a gente está acostumado a ver nas caixinhas dos jogos, mas com um texto que faz chamadas ao conteúdo do livro.

    Outro destaque está para o fato do livro ser patrocinado pela AMD. Não que surpreenda a AMD estar patrocinando um projeto relacionado a jogos, ainda mais depois da compra da ATI, mas a AMD estar patrociando um projeto brasileiro, isso sim é notável.

    O livro já deve estar à venda nas livrarias por aí, mas não posso confirmar se está ou não, já que o site da editora não dá mais detalhes. Ainda não procurei por aqui, mas devo tentar comprar o meu em breve.

    Pra que quiser mais detalhes, eu fiz uma rápida pesquisa no google e achei algumas informações. O Uol Jogos explica mais ou menos do que se trata o livro aqui, e um texto maior e mais explicativo saiu na Rede RPG (site no qual o autor do livro atua como colaborador) e pode ser lido aqui.

    quinta-feira, dezembro 20, 2007

    Saiu Continue (um grande blog que, assim que eu resolver deixar a preguiça de lado, vai para a lista de blogs na barra lateral) um jogo muito bacana chamado Passage.

    Trata-se se um jogo com uma resolução pífia e personagens de 8x8 pixels, mas que consegue ser bastante cativante em seus cinco minutos de duração. O tema exato do jogo eu não vou falar pra não estragar a surpresa, mas ele não tem nem 500 KB, então clique aqui e tenha seus minutos mais bem empregados do dia.

    Depois de jogar, você ainda pode ver as discursões sobre o jogo no Continue ou ver as inteções do autor ao criar o jogo.

    Bem, é isso. Até a próxima.

    Via: Continue, na coluna Quarta Indie, que é escrita pelo Vinícius Silva, do Oitobits.

    sábado, dezembro 01, 2007

    IGN: Top 100 dos melhores jogos de todos os tempos

    A IGN divulgou nos últimos dias uma lista com os 100 melhores jogos de todos os tempos (na opinião do pessoal do site, obviamente). A lista é muito grande e eu não tive paciência de ver todos os jogos, mas achei que seria interessante comentar o Top 10.

    Segue a lista completa e depois minha opinião sobre cada um:

    1. Super Mario Bros.
    2. Tetris
    3. Civilization II
    4. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
    5. Super Mario 64
    6. Half-Life 2
    7. Super Metroid
    8. The Legend of Zelda: A Link to the Past
    9. Final Fantasy III
    10. Resident Evil 4

    Muito bem, hora de criticar a lista :), mas antes uma observação: eu sei que muitos jogos estão neste Top 10 por terem sido revolucionários na sua época e blá blá blá, mas pra mim o que importa numa lista dos melhores jogos de todos os tempos é que eles sejam divertidos quando comparados uns aos outros e não só porque eram divertidos quando lançados. Apesar disso, eu não levo em consideração aspectos gráficos, sonoros e afins, pois isso obviamente iria beneficiar jogos mais recentes. Sem mais enrolação, vamos aos comentários:

    10. Resident Evil 4
    Eu sempre gostei da série Resident Evil, mas o último que joguei foi o 3, então fica difícil falar sobre essa versão. Já ouvi ótimos e péssimos comentários sobre esse jogo, mas por via das dúvidas ficaria com o primeiro Resident que até hoje de assusta de vez em quando.

    9. Final Fantasy III
    Esse Final Fantasy é um verdadeiro clássico e a prova definitiva de que não são necessários gráficos perfeitos para se fazer um jogo perfeito. Lançado em 1994, esse é o melhor Final Fantasy que eu já joguei e certamente tem o melhor enredo dentre TODOS os outros jogos que já passaram pela minha frente.

    8. The Legend of Zelda: A Link to the Past
    Esse Zelda é muito bom e eu sai contando pra todo mundo quando zerei ele pela primeira vez, mas não consigo me convencer de que só existem outros sete jogos melhores que ele no mundo. Um bom jogo sim, mas não pro Top 10.

    7. Super Metroid
    Quando as pessoas começavam a falar sobre Super Metroid perto de mim eu sempre me sentia um estranho no ninho. Eu não acho o jogo ruim, porém ele nunca me conquistou. Tentei jogá-lo algumas vezes imaginando que a "graça" viria com o tempo, mas não veio.

    6. Half-Life 2
    Outro da lista que eu nunca joguei. Não sou muito fã de jogos de tiro em primeira pessoa, no entanto tendo que indicar um ficaria com Call of Duty 2 (pela perfeita sensação de "estou mesmo no meio de uma guerra") ou Doom 3 (pelos sustos de madrugada).

    5. Super Mario 64
    Que o Mario 64 é um ótimo jogo quase ninguém discorda, mas é outro que eu considero super valorizado. O que faz o Mario 64 estar na lista então? Certamente a originalidade. Coisas como as corridas nos tobogãs e a perseguição ao coelho no porão são impagáveis.

    4. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
    O quarto lugar é quase um ultraje pra esse jogo que deveria estar no topo ou no máximo em segundo na lista. Apesar de não ter uma história muito profunda, Ocarina of Time me cativou pela tonelada de objetivos paralelos (como a troca de máscaras e a pescaria), pela ótima jogabilidade (destaque para o Z-targeting que permitia travar a mira no inimigo), pelos labirintos desafiadores e inovadores (como ter que seguir a música em Lost Woods), pelos belíssimos cenários e pela batalha épica contra Ganondorf pertinho do fim do jogo. Sem dúvida, esse jogo é uma obra-prima.

    3. Civilization II
    Curto e grosso: Civilization é bacana, mas Sim City é bem mais interessante (apesar do tema desses jogos ser ligeiramente diferente)

    2. Tetris
    Não tenho muitos argumentos contra o Tetris (até porque vivo pegando o minigame da minhã irmã pra jogar um pouquinho), mas simplesmente não acho que ele é tão bom a ponto de estar nessa posição.

    1. Super Mario Bros.
    Ok, Super Mario é realmente muito, muito bom, mas o melhor de todos?? Certamente não. Além do que, entre os jogos do bigodudo, super Mario World (com suas quase cem fases) deixa seu antepassado no chinelo.

    Muito bem, é isso. Eu até que achei a lista da IGN bacaninha e meter o pau na opinião dos outros é legal demais :) Se alguém não concordar com meus comentários ou quiser fazer seu próprio Top 10 (ou Top 100) posta aí nos comentários. Quem sabe uma hora dessas eu não me animo e faço minha própria lista.

    domingo, novembro 25, 2007

    Correção sobre o DarkGDK

    Consegui por as mãos no Visual Studio 2008 Express e percebi que, ao contrário do que eu tinha falado, o DarkGDK não vem com a ISO do Visual Studio, a biblioteca deve ser baixada separadamente.

    Antes que alguém resolva me xingar pelo engano, o DarkGDK pode ser baixado diretamente aqui (217MB).

    sexta-feira, novembro 23, 2007

    Top 6 dos piores jogos religiosos

    O Rodrigo Flausino que vive apresentando essas listas de Top alguma coisa no blog dele, mas hoje é minha vez.

    Hora de conhecer os piores jogos com temática religiosa e rir um bocado com pérolas como "Super 3D Noah's Ark" (jogo pra SNES baseado no Wolfenstein3D) e "Left Behind Eternal Forces" (que não agrada nem com seus bons gráficos).

    No site há uma breve descrição de cada jogo (regada a muito humor), algumas imagens, e a consideração final "Jesus aprovaria?", que pondera se o jogo seria bem visto nos circulos divinos.

    Confira a lista completa aqui.

    quinta-feira, novembro 22, 2007

    Visual Studio 2008

    Já está disponível a nova versão do Visual Studio.

    Uma novidade interessante dessa nova versão é o GDK, uma biblioteca de desenvolvimento de jogos gratuita inclusa na versão Express do Visual Studio. Mais detalhes aqui. Para conhecer outras novidades, confira o post completão que saiu no Meiobit.

    O Visual Studio é pago, mas a exemplo da versão anterior, esta nova versão também tem os Express Editions, que são versões gratuitas com alguns recursos a menos. O download desta versão pode ser feito aqui.

    Via: Coding4Fun e Meiobit.